Em comunicação apresentada na “Conference on Teacher Professional Development for the Quality and Equity of Lifelong Learning”(1) em 2007, em Lisboa (Portugal). António Novoa fala da possibilidade da retomada do ofício de ensinar, ensejando “O regresso dos Professores”.
Inicialmente o texto traz uma boa notícia: “Os professores reaparecem, neste início do século XXI, como elementos insubstituíveis não só na promoção da aprendizagem, mas também no desenvolvimento de processos 2 de integração que respondam aos desafios da diversidade e de métodos apropriados de utilização das novas tecnologias.”
Em seguida problematiza, pois “Raramente temos conseguido fazer aquilo que dizemos que é preciso fazer. […] Quais são as razões desta má notícia? Não é muito difícil responder a esta pergunta. Nos últimos anos, houve uma expansão sem precedentes da comunidade da formação de professores, em particular dos departamentos universitários na área da Educação, dos especialistas internacionais nesta área e também da “indústria do ensino”, com os seus produtos tradicionais (livros escolares, materiais didácticos, etc.) acompanhados agora de uma panóplia de tecnologias educativas.”
Mas, também sinaliza alguns possíveis caminhos:
“ – É preciso passar a formação de professores para dentro da profissão […]
…– É preciso promover novos modelos de organização da profissão […]
…– É preciso reforçar a presença pessoal e pública dos professores”
E finaliza:
“É preciso dar passos concretos, apoiar iniciativas, construir redes, partilhar experiências, avaliar o que se fez e o que ficou por fazer. É preciso começar.“
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